Como se comportaram as marcas perante o incêndio de Pedrógão Grande

Empresas e televisões destacaram-se no apoio às vítimas e bombeiros

“Faço uma avaliação muito positiva. As empresas estão cada vez mais conscientes da importância da estratégia de responsabilidade social corporativa das suas organizações e, esse facto, foi notório na forma e na rapidez com que as empresas responderam às necessidades sentidas por quem combatia os incêndios e por quem foi vítima dos mesmos”, aponta Domingas Carvalhosa, relembrando que foram muitas as empresas que disponibilizaram bens mal se soube a dimensão da tragédia. “Foram os casos, por exemplo, da Prio, da Wells, da Nestlé, do Pingo Doce, do Continente, da Sportzone ou da Zippy. Outras entidades disponibilizaram quantias financeiras, caso da Fundação Gulbenkian e da Navigator Company, do Santander Totta, da Caixa Geral de Depósitos, do Montepio ou do BPI. Houve ainda empresas que disponibilizaram o seu voluntariado de competências, como foi o caso da Navigator Company que disponibilizou a Afocelca, a sua corporação profissional de bombeiros”, enumera a responsável pela agência de comunicação Wisdom.

Leia a entrevista completa na última edição da revista M&P.